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Guia · América Latina 2026

Software jurídico para vários países da América Latina

O Custodio Legal opera em sete países hoje, cada um atrás de seu próprio plugin. Esta página explica o que isso significa e por que não é a mesma promessa repetida sete vezes.

"Software para vários países" soa como uma única promessa repetida em idiomas diferentes. Não é assim que o Custodio Legal é construído, e vale a pena dizer por quê antes de comparar.

Um plugin por país, não uma promessa genérica

Cada um dos sete países que o Custodio oferece hoje — Colômbia, Equador, República Dominicana, Costa Rica, Uruguai, Argentina e Brasil — roda atrás de seu próprio plugin de país. Um plugin declara quais capacidades suporta: se consulta um portal judicial, se calcula prazos processuais, se monitora publicações, se registra uma taxa de câmbio de referência. O que esse plugin não declara, a plataforma não promete ali, mesmo que faça isso em outro país.

Essa é a diferença entre operar em vários países e vender a mesma capacidade sete vezes com a bandeira trocada.

Os sete países, cada um com sua própria cobertura

  • Colômbia monitora a consulta de procesos nacional unificada e as publicações processuais da Rama Judicial.
  • Equador consulta o eSATJE diariamente, sem canal de publicações separado — o andamento do processo vive dentro da mesma consulta.
  • República Dominicana não publica editais: a única coisa que seu Judiciário torna pública é o Rol Nacional de Audiencias, e é o que o Custodio monitora ali.
  • Costa Rica soma o Boletín Judicial dentro do La Gaceta à consulta de processos, e é o único dos sete com o cadastro do Colegio de Abogados lido.
  • Uruguai alcança a matéria penal só pela consulta de audiencias, não pela consulta de processos por IUE.
  • Argentina cobre quatro de vinte e quatro jurisdições — a Ciudad de Buenos Aires, Catamarca, Mendoza e Salta —, não o país inteiro.
  • Brasil monitora os tribunais que publicam pelo e-SAJ, medido no Tribunal de Justiça de São Paulo, e as comunicações do DJEN pela numeração CNJ dos processos que você acompanha; o DataJud não é consultado.

Cada uma dessas sete linhas tem seu próprio guia, com a fonte oficial citada.

Um preço publicado para cada país

O Custodio publica o preço de cada país sem pedir que você faça login. Na Colômbia, na República Dominicana, na Costa Rica, no Uruguai e no Brasil a cobrança é na moeda do país, pelo valor que você vê e sem conversão no meio. No Equador, cuja moeda é o dólar, e na Argentina a cobrança é em dólares; na Argentina, abaixo do preço aparece uma referência informativa em pesos, que não muda a moeda de cobrança.

Como testar antes de decidir

  1. Crie a conta gratuita, sem cartão, e escolha seu país ao se cadastrar.
  2. Cadastre um caso real e veja quais capacidades do plugin do seu país se aplicam a esse caso.
  3. Leia o guia do seu país para saber, com sua fonte, o que o Custodio cobre ali e o que ainda não.
  4. Compare o preço publicado em /pricing para o seu país, na moeda em que é cobrado.
Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre operar em vários países

O Custodio faz o mesmo nos sete países?

Não. Cada país tem seu próprio plugin, e o que esse plugin declara suportar é a única coisa que a plataforma promete ali. O que o Custodio cobre no Brasil não é o mesmo que cobre no Uruguai, e cada guia de país diz isso, com sua fonte.

Em qual moeda se cobra nos sete países?

Em cinco deles, na moeda do país — pesos colombianos, pesos dominicanos, colones, pesos uruguaios e reais —, pelo valor publicado e sem conversão. No Equador, cuja moeda é o dólar, e na Argentina, a cobrança é em dólares.

O que acontece se meu país não estiver na lista?

Ainda não é oferecido ali. A plataforma é construída para crescer país por país, cada um com seu próprio plugin e suas próprias capacidades verificadas antes de ser oferecido — nenhum país é ativado sem antes ler suas fontes oficiais.

Pronto para ver o que o Custodio cobre no seu país?

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